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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Dia de Reis ou Epifania.

A epifania é a manifestação de Jesus como Messias, Filho de Deus e Salvador do mundo.
Segundo a tradição foi nesse dia que os Reis Magos viram a Estrela de Belém no céu e foram ao encontro do menino Jesus que era recém-nascido. Segundo a Bíblia, os Magos do Oriente chegaram a Jerusalém perguntando: "Onde está o Rei dos Judeus, recém-nascido? Vimos sua estrela e viemos adorá-lo".

Cada um dos reis magos saiu de sua localidade de origem.

Baltazar saiu da África, levando para o menino mirra, um presente ofertado aos profetas. A mirra é um arbusto, onde é extraída uma resina para preparação de medicamentos.

  Gaspar saiu da Índia, levando incenso, como alusão à sua divindade. 
  Belchior saiu da Europa, levando ouro. O ouro simbolizava a nobreza e era oferecido apenas aos deuses.

A Igreja interpreta essa visita dos Magos como o cumprimento da profecia de Davi:

Segundo São João Crisóstomo, mártir e doutor da Igreja, os três Reis Magos foram mais tarde batizados pelo Apóstolo São Tomé e trabalharam muito pela expansão da Fé. 
Seus restos são venerados na Catedral de Colônia (Alemanha), numa bela urna de ouro e de pedras preciosas. As relíquias deles teriam sido descobertas na Pérsia por Santa Helena, mãe do imperador romano Constantino, e levadas para Constantinopla. Depois foram levadas para a do Império, Milão, e depois transferidas para a Catedral de Colônia (Alemanha).
 
Devemos aos Magos a tradição de trocar presentes no Natal. Dos presentes dos Magos surgiu essa tradição em celebração ao nascimento de Jesus.
Em diversos países, como por exemplo os de língua espanhola, a principal troca de presentes é feita não no Natal, mas no dia 6 de janeiro, e os pais muitas vezes se fantasiam de reis magos.



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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Qual a importância dos Padrinhos de Batismo?

 
O batismo é o fundamento de toda a vida cristã, e a porta que abre o acesso aos demais sacramentos. Pelo batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, o batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra.

Na celebração do batismo, o padrinho e a madrinha se comprometem a acompanhar a criança em seu crescimento na vida cristã. 

  

Podemos traduzir as palavras padrinho e madrinha "como pais na fé".
Na cerimônia de batismo, o padre exige dos pais o compromisso de educar o filho ou a filha na fé. E do padrinho e da madrinha exige o compromisso de ajudar o afilhado, com a palavra e com o exemplo, a viver sua vida cristã.

O sacramento do batismo é tão importante, por isso o cuidado com aquele que vai apadrinhar o batizando.
Os padrinhos são pessoas escolhidas pelos pais para auxiliarem na condução de seus filhos, pela vida inteira. São eles os encarregados de nos ajudar na educação dos pequenos, na tarefa de formá-los para o bem.

Ao escolhermos os padrinhos, estamos dizendo aos escolhidos: “eu confio a você o meu bem mais precioso, toda a minha riqueza, a minha vida”.


Quem aceita esta responsabilidade o faz para sempre, pois a condição de filho de Deus é eterna; portanto sua tarefa de amor, cuidado e orientação não acaba quando seu afilhado se torna adulto, mas continua por toda a vida.


 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Santos juninos, São João, São Pedro e Santo Antônio.

Santo Antônio, São Pedro e São João são os homenageados dos festejos juninos.
 






O mês de Junho é definitivamente um mês especial, é durante este período que são comemoradas as famosas Festas Juninas (Festas de Junho) as celebrações acontecem em comemoração aos santos do mês: Santo Antônio, São João e São Pedro.
Essa tradição veio para nosso país junto com nossos colonizadores, os portugueses, mas vale lembrar que além da influência da cultura portuguesa na festa que hoje você conhece, franceses, espanhóis e até chineses contribuíram para que as festividades se tornassem o que hoje conhecemos como Festas Juninas.

Estas misturas de culturas vindas de fora com as que já existiam aqui no nosso país com os povos indígenas transformaram com o passar dos anos estas festas que são riquíssimas em cultura, gastronomia e religiosidade.

Há regiões que estendem as comemorações até o inicio do mês de Julho, afinal não há quem não resista as guloseimas de uma festa junina, a música, a dança, a alegria que elas trazem para o povo nas diversas regiões do nosso país!  

                           

13 de junho – Santo Antônio

Normalmente representado em imagens segurando o menino Jesus, ele é o famoso santo casamenteiro. É invocado para auxiliar solteiras e solteiros a encontrarem seu par ideal "arrumar casamento". Inclusive, há várias simpatias para “pressioná-lo” a ajudar os desesperados: é possível deixá-lo de cabeça para baixo ou, então, separá-lo do menino Jesus até o pedido ser atendido.

 

 

24 de junho – São João

Em vez de junina, muitos chamam os festejos de São João, pois dia 24 é o auge das festividades, exatamente quando se comemora o aniversário de São João Batista, o santo festeiro.
A lenda diz que nesse dia ele prefere dormir o dia todo para não ver as fogueiras na Terra e ficar com vontade de descer e comemorar também.

 

 

29 de junho – São Pedro
 

São Pedro é o último a receber as homenagens durante o mês de junho.
Homenageado no dia 29, o principal apóstolo de Jesus Cristo é fiel depositário de todas as esperanças de chuva dos nordestinos.
Segundo a tradição, é obrigação dos viúvos e das viúvas acender uma fogueira na porta de casa durante a noite do dia 29.
O dia de São Pedro também representa o fim do principal período festivos do mês.



 
 

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Corpus Christi.

Corpus Christi significa Corpo de Cristo. É a festa religiosa da Igreja Católica que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.

A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo começou no século XIII. A Igreja Católica viu a necessidade de que as pessoas sentissem a presença real de Cristo.
 

Corpus Christi é celebrado sempre 60 dias após a Páscoa, podendo cair, assim, entre as datas de 21 de maio e 24 de junho.
 

Durante esta festa são celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão,  o Santíssimo Sacramento é acompanhado por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.

A tradição da confecção do tapete surgiu em Portugal e veio para o Brasil com os colonizadores. Os desenhos utilizados são variados, mas enfocam principalmente o tema Eucaristia.


 

domingo, 20 de março de 2016

Semana Santa.

A Semana Santa (também conhecida como Semana da Paixão de Cristo) é o tempo desde o Domingo de Ramos até o Domingo de Páscoa (domingo da Ressurreição). Semana Santa é assim chamada por causa da paixão com que Jesus voluntariamente foi à cruz para pagar pelos pecados de seu povo.

Na Semana Santa os mistérios da reconciliação, realizados pelo Senhor Jesus nos últimos dias da sua vida, começando por sua entrada triunfal em Jerusalém (Domingo de Ramos).


O tempo da Quaresma se prolonga até a Quinta-feira da Semana Santa. A Missa Vespertina da Ceia do Senhor é a grande introdução aos três gestos de Jesus durante a Última Ceia: a Instituição da Eucaristia, o exemplo do Lava-pés, com a instituição de um novo mandamento (ou "ordenança") segundo algumas denominações cristãs, e a instituição do sacerdócio.

Na Sexta-feira da Paixão, é quando a Igreja recorda a morte de Jesus. É celebrada a Solene Ação Litúrgica, Paixão e a Adoração da Cruz.


Prossegue com o Sábado de Aleluia, é o dia da espera. Os cristãos junto ao sepulcro de Jesus aguardam sua ressurreição. No final deste dia é celebrada a Solene Vigília Pascal, terminando com as Vésperas do Domingo da Ressurreição.


Domingo de Páscoa, é o dia mais importante para a fé cristã, pois Jesus vence a morte para mostrar o valor da vida. Esse dia é estendido por mais cinquenta dias até o Domingo de Pentecostes.




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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Lavagem do Bonfim e Festa do Bonfim.

Hoje e realizada a tradicional lavagem do Bonfim, em Salvador na Bahia.
O tema da Lavagem esse ano será "Celebrando o Ano do Santo da Misericórdia, subiremos a Colina Sagrada para encontrar Jesus, o Senhor do Bonfim, Rosto Misericordioso do Pai".
A Lavagem das Escadarias do Bonfim é considerada a segunda maior manifestação popular da Bahia e a maior manifestação religiosa popular da Bahia. Se repete todos os anos e reúne milhares de pessoas e acontece sempre na segunda quinta-feira do mês de janeiro após o dia de Reis.

Não se sabe exatamente, quando aconteceu a primeira Lavagem. Existem algumas possíveis origens, mas tudo leva a crer que o ritual teve início no início do século XIX.
A lavagem festiva começa com a saída, pela manhã, do tradicional cortejo de baianas da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, o qual segue a pé até o alto do Bonfim, para lavar com vassouras e água de cheiro as escadarias da Igreja do Nosso Senhor do Bonfim.
Onde católicos e adeptos do candomblé percorrem juntos 8 km de ruas baianas, cantando hinos de adoração às duas principais divindades de cada crença, configurando um dos maiores exemplos brasileiros do fenômeno de fusão de religiões conhecido como sincretismo.

O culto ao Senhor Bom Jesus do Bonfim, na Bahia, nasceu em 1740, com a vinda a Salvador do Capitão de Mar e Guerra, o português Theodózio Rodrigues de Faria.
O capitão, pela grande devoção que tinha ao Senhor do Bonfim, através da imagem que se venera em Setúbal (sua cidade natal), em Portugal, trouxe de Lisboa uma semelhante àquela, medindo 1,06 de altura, e compondo o conjunto, um aparelho de prata (com barra decorativa, ponteiras, cartela com inscrição INRJ, resplendor, cravas com pedras preciosas, coroa de espinhos e uma pequena placa onde se lê “feita no ano de 1853, sendo tesoureiro Manoel Martins Torres”), e com permissão do Arcebispo Dom José Botelho de Matos, fê-la colocar e expor à adoração dos fiéis. O motivo principal de Theodózio foi “eternizar a graça de não ter morrido no naufrágio da embarcação que o trazia de Portugal à Bahia”.

No domingo acontece a Festa do Bonfim, os devotos se reúnem na Igreja dos Mares para a procissão dos Três Pedidos, que percorre o largo de Roma em direção ao Bonfim. Na chegada à Colina do Bonfim, os fiéis dão três voltas em torno da Basílica, fazendo três pedidos. Uma pregação, bem como uma missa solene e a bênção do Santíssimo Sacramento encerram os festejos.




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Na tradição popular, a fita do Senhor do Bonfim é enrolada duas vezes no pulso e amarrada com três nós. A cada nó precede um pedido, realizado mentalmente, e que deve ser mantido em segredo até a fita se romper por desgaste natural. Significa que os desejos ou pedidos foram atendidos.

 



quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Dia de Reis Magos, Festa de Reis ou Epifania.

A epifania é a manifestação de Jesus como Messias, Filho de Deus e Salvador do mundo.
 

Segundo a tradição foi nesse dia que os Reis Magos viram a Estrela de Belém no céu e foram ao encontro de Jesus que era recém-nascido. Segundo a Bíblia, os Magos do Oriente chegaram a Jerusalém perguntando: "Onde está o Rei dos Judeus, recém-nascido? Vimos sua estrela e viemos adorá-lo".

Cada um dos reis magos saiu de sua localidade de origem.

Baltazar saiu da África, levando para o menino mirra, um presente ofertado aos profetas. A mirra é um arbusto, onde é extraída uma resina para preparação de medicamentos.

Gaspar saiu da Índia, levando incenso, como alusão à sua divindade.
Belchior saiu da Europa, levando ouro. O ouro simbolizava a nobreza e era oferecido apenas aos deuses.

A Igreja interpreta essa visita dos Magos como o cumprimento da profecia de Davi:

“Os reis de Társis e das ilhas lhe trarão presentes, os reis da Arábia e de Sabá oferecer-lhe-ão seus dons. Todos os reis hão de adorá-lo, hão de servi-lo todas as nações”. (Sl 71, 10-11)

Segundo São João Crisóstomo (†407), mártir e doutor da Igreja, os três Reis Magos foram mais tarde batizados pelo Apóstolo São Tomé e trabalharam muito pela expansão da Fé. 

Seus restos são venerados na Catedral de Colônia (Alemanha), numa bela urna de ouro e de pedras preciosas. As relíquias deles teriam sido descobertas na Pérsia por Santa Helena, mãe do imperador romano Constantino, e levadas para Constantinopla. Depois foram levadas para a do Império, Milão, e depois transferidas para a Catedral de Colônia (Alemanha).
 

Devemos aos Magos a tradição de trocar presentes no Natal. Dos presentes dos Magos surgiu essa tradição em celebração ao nascimento de Jesus.
Em diversos países, como por exemplo os de língua espanhola, a principal troca de presentes é feita não no Natal, mas no dia 6 de janeiro, e os pais muitas vezes se fantasiam de reis magos.


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Natal

O Natal é a data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo, e sua comemoração anual, que acontece há mais de 1600 anos no dia 25 de dezembro.
A data é o centro das festas de fim de ano e marca o inicial do Ciclo do Natal, que dura doze dias.
Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a
data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.
A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.c.


"Natal é tempo de paz e amor entre os homens de boa vontade, Natal é esperança, nascimento, vida nova, a estrela que anuncia a chegada do Salvador. Natal é fé, é luz e harmonia.
Que neste Natal e em todos os dias do próximo ano, possamos fazer de Jesus nosso melhor amigo, pois Ele é o maior motivo do Natal e da nossa existência. Feliz Natal e um novo ano cheio de amor, paz, amizade, humildade e sabedoria. 
Obrigada e Feliz Natal!"

 

domingo, 11 de outubro de 2015

Círio de Nazaré 2015

Considerada a maior procissão católica do mundo, o Círio de Nazaré 2015, está marcada para o dia 11 de Outubro, em Belém do Pará.
Essa será a edição 223ª, que está sendo preparado desde Dezembro de 2014 e terá como tema “Maria, Mulher Eucarística”.

Realizado em Belém do Pará há mais de dois séculos, o Círio de Nazaré é uma das maiores e mais belas procissões católicas do Brasil e do mundo. Reúne, anualmente, cerca de dois milhões de romeiros numa caminhada de fé pelas ruas da capital do Estado, num espetáculo grandioso em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré, a mãe de Jesus.

No segundo domingo de Outubro, a procissão sai da Catedral de Belém e segue até a Praça Santuário de Nazaré, onde a imagem da Virgem fica exposta para veneração dos fiéis durante 15 dias.


Além da procissão de domingo, o Círio agrega várias outras manifestações de devoção, como a trasladação, a romaria fluvial e diversas outras peregrinações e romarias que ocorrem na quadra Nazarena.


A cada ano, o Círio de Nazaré atrai um número maior de romeiros, reunindo, além dos fiéis de Belém e do interior do Estado, devotos de várias regiões do país e até mesmo visitantes estrangeiros. Durante todo o trajeto feito pela imagem de Nossa Senhora, os devotos fazem diversas manifestações de fé, além de enfeitar as ruas e casas em homenagem à Santa.

Por sua grandiosidade, o Círio de Belém foi registrado, em setembro de 2004, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como patrimônio cultural de natureza imaterial. Mérito conquistado não só pela Imagem de Nossa Senhora de Nazaré, mas também pelo simbolismo da corda do Círio, que todos os anos é disputada pelos fieis que enchem as ruas de Belém de fé e emoção; dos carros de promessas, que carregam as graças atendidas pela Virgem; dos mantos de Nossa Senhora, que a deixam ainda mais linda; da Berlinda, que se destaca na multidão carregando a pequena imagem tão singela e do hino “Vós sois o Lírio Mimoso”, canção que embala os milhares de corações que acompanham o Círio em uma só voz.

 

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O Batismo, Uma Nova Vida

É através do Batismo que recebemos a graça santificante, ou seja, a amizade e a presença de Deus em nosso coração. Nascemos com o pecado original e este sacramento nos liberta e nos purifica preparando nos para uma nova vida, uma vida em Cristo nosso Senhor.

A prática do Batismo é absolutamente necessária para nossa salvação, só entra no reino de Deus aquele que for batizado, porém as crianças que morrem sem terem passado por esta pratica e não têm culpa a Santa Igreja confia suas almas à misericórdia de Deus.

É geralmente por meio de um Padre que o Batismo é ministrado, já que ele recebe de Deus o poder de trazer a Fé ao coração da pessoa que esta sendo batizada, tornando a filha de Deus. Na ausência de um Padre em casos de urgência qualquer pessoa que tenha sido batizada pode realizar o batismo em outra desde que tenha fé em seu coração.

Os padrinhos possuem uma importante função na cerimônia e após ela, são eles que irão acompanhar a trajetória da vida cristã de seus afilhados, cuidando e orientando sempre que preciso for para que nunca se separem do amor de Deus.

Jesus que instituiu o Batismo quando entrou no rio Jordão para ser batizado por São João Batista. O Batismo de João não era um Sacramento. Só quando Jesus santifica as águas do Jordão com sua presença e que a voz do Pai se faz ouvir: "Este é meu Filho bem amado, em quem pus minhas complacências", e que o Espírito Santo aparece sob a forma de uma pomba (foi então uma visão da Santíssima Trindade), é que fica instituído o Batismo.

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domingo, 5 de julho de 2015

Divino Pai Eterno

A Festa
 
O dia da grande Festa do Divino Pai Eterno é o primeiro domingo do mês de julho de cada ano. Durante os nove dias que o antecedem, são celebradas missas e novenas; ocorrem encontros de jovens; acolhimento aos carreiros do Divino Pai Eterno (procissão dos carros de boi), foliões, tropeiros, e outros devotos.
Ao todo, são realizadas cerca de 100 missas e mais de 46 novenas, além de procissões, batizados, vigílias, alvoradas e confissões. Mais de 2,5 milhões de pessoas passam pela Romaria durante os dez dias de festa e vários outros fazem visitas ao longo do ano. Muitos devotos percorrem, a pé, o trajeto entre os municípios de Goiânia e Trindade, chegando até o Santuário Basílica, aproximadamente 18 km, como forma de pagar promessas, pedir graças e agradecer bênçãos alcançadas. Os peregrinos também partem de outras cidades e estados.

História
 
A devoção ao Divino Pai Eterno teve início por volta de 1840, com o casal de agricultores Constantino Xavier Maria e Ana Rosa de Oliveira, que vieram se estabelecer nas proximidades do Córrego do Barro Preto, distante aproximadamente vinte e dois quilômetros do município de Campininhas das Flores.
Constantino, um homem muito religioso e neste ponto apoiado pela esposa, começou a trabalhar na terra para plantação. Certo dia enquanto lidavam no campo, a enxada tocou em algo rígido que não era pedra. Ao conferir notaram ser um medalhão belíssimo de barro, com tamanho em torno de meio palmo de circunferência onde estava representada a Santíssima Trindade coroando a Virgem Maria. Eles beijaram o medalhão sagrado e levaram-no para casa. Constantino e seus familiares começaram a rezar diante do medalhão encontrado, a notícia se espalhou e aos poucos outros moradores locais passaram a rezar junto à Santíssima Trindade.
Constantino Xavier dirigiu-se a Pirenópolis (GO), a mais de 120 km de distância de Trindade, para encomendar uma réplica, em tamanho maior, da figura estampada no medalhão encontrado. No entanto, em vez da réplica, artista plástico Veiga Valle fez uma Imagem de aproximadamente 30 cm. Sem dinheiro para pagar pela maravilha da obra, Constantino deixou o próprio cavalo em troca da Imagem e voltou a pé para Trindade. Foi recebido em festa por todos da cidade. Naquele momento, surgiu também o motivo da peregrinação anual ao Santuário.
O primeiro Santuário do Divino Pai Eterno foi inaugurado em 1912, passando a ser conhecido como Santuário Velho e é a atual Igreja Matriz da cidade de Trindade - GO.
Devido ao aumento do número de fiéis, e pela importância da figura do Divino Pai Eterno na vida religiosa do estado de Goiás e do Brasil, a Arquidiocese de Goiânia enviou um pedido a Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos para que o, até então Santuário do Divino Pai Eterno, fosse elevada à categoria de Basílica Menor.
Em 4 de abril de 2006, o Papa Bento XVI concedeu este título ao Santuário e em 18 de novembro de 2006 deu-se a instalação da Sacrossanta Basílica, sendo a única Basílica no Mundo dedicada a Deus Pai, em outras palavras, ao Divino Pai Eterno.


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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Festas Juninas

O mês de Junho é definitivamente um mês especial, é durante este período que são comemoradas as famosas Festas Juninas (Festas de Junho) as celebrações acontecem em comemoração aos santos do mês: Santo Antônio, São João e São Pedro. Não é incomum ouvirmos pessoas chamarem as festas juninas de festas joaninas, remetendo o nome a São João.

Essa tradição veio para nosso país junto com nossos colonizadores, os portugueses, mas vale lembrar que além da influência da cultura portuguesa na festa que hoje você conhece , franceses, espanhóis e até chineses contribuíram para que as festividades se tornassem o que hoje conhecemos como Festas Juninas.

Estas misturas de culturas vindas de fora com as que já existiam aqui no nosso país com os povos indígenas transformaram com o passar dos anos estas festas que são riquíssimas em cultura, gastronomia e religiosidade.

Há regiões que estendem as comemorações até o inicio do mês de Julho, afinal não há quem não resista as guloseimas de uma festa junina, a música, a dança, a alegria que elas trazem para o povo nas diversas regiões do nosso país!

Viva o mês de Junho! Viva o Inverno! Viva São João!

Boa quermesse pra você!


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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Corpus Christi

Significado de Corpus Christi


Corpus Christi significa Corpo de Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo. A festa de Corpus Christi acontece sempre na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão à quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.

A festa do Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV no dia 8 de Setembro de 1264.

Durante esta festa são celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão onde é conduzido geralmente pelo Bispo, ou pelo pároco da Igreja, o Santíssimo Sacramento que é acompanhada por multidões de fiéis em cada cidade brasileira. Em 2013, o Corpus Christi foi celebrado no dia 30 de Maio.

A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas, é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.

A procissão de Corpus Christi lembra a caminhada do povo de Deus, peregrino, em busca da Terra Prometida. O Antigo Testamento diz que o povo peregrino foi alimentado com maná, no deserto. Com a instituição da eucaristia o povo é alimentado com o próprio corpo de Cristo.

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domingo, 24 de maio de 2015

PENTECOSTES

Hoje é domingo de Pentecostes!

Pentecostes (em grego antigo: pentekostē [hēmera], “o quinquagésimo dia”) é uma das celebrações importantes do calendário cristão, e comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo. O Pentecostes é celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa. O dia de Pentecostes ocorre no sétimo dia depois do dia da Ascensão de Jesus. Isto porque ele ficou quarenta dias após a ressurreição dando os últimos ensinamentos a seus discípulos, somando aos três dias em que ficou na sepultura somam quarenta e três dias, para os cinquenta dias que se completam da páscoa até o último dia da grande festa de Pentecostes, sobram sete dias; e foram estes os dias em que os discípulos permaneceram no cenáculo até a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes.
Pentecostes é histórica e simbolicamente ligado ao festival judaico da colheita, que comemora a entrega dos Dez mandamentos no Monte Sinai cinquenta dias depois do Êxodo. Para os cristãos, o Pentecostes celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e seguidores de Cristo, através do dom de línguas, como descrito no Novo Testamento, durante aquela celebração judaica do quinquagésimo dia em Jerusalém. Por esta razão o dia de Pentecostes é, às vezes, considerado o dia do nascimento da igreja. O movimento pentecostal tem seu nome derivado desse evento.
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sábado, 10 de janeiro de 2015

Festa do Bonfim Bahia

 A maior manifestação religiosa popular da Bahia.

O culto ao Senhor Bom Jesus do Bonfim, na Bahia, nasceu em 1740, com a vinda a Salvador do Capitão de Mar e Guerra, o português Theodózio Rodrigues de Faria, em 1740, proprietário de três barcos que faziam a rota comercial pela costa da África e membro do comitê de administração.

Oportunamente, deter-nos-emos sobre a biografia desse personagem. Nesse período, pontificava Bento XIV, sob o reinado em Portugal de D.João V, enquanto governava a colônia na Bahia o Vice-rei, André Melo e Castro, Conde dos Galveias.

O capitão, pela grande devoção que tinha ao Senhor do Bonfim, através da imagem que se venera em Setúbal (sua cidade natal), em Portugal, trouxe de Lisboa uma semelhante àquela, medindo 1,06 de altura, e compondo o conjunto, um aparelho de prata (com barra decorativa, ponteiras, cartela com inscrição INRJ, resplendor, cravas com pedras preciosas, coroa de espinhos, mandorla e uma pequena placa onde se lê “feita no ano de 1853, sendo tesoureiro Manoel Martins Torres”), e com permissão do Arcebispo Dom José Botelho de Matos, fê-la colocar e expor à adoração dos fiéis. O motivo principal de Theodózio foi “eternizar a graça de não ter morrido no naufrágio da embarcação que o trazia de Portugal à Bahia”.
Juntamente com outros portugueses, fundou uma irmandade, chamada Devoção de Nosso Senhor do Bonfim, na Igreja da Penha, também na Cidade Baixa de Salvador.
Não há elementos para que se possa duvidar da fé de Theodozio de Faria e de que ele foi o principal responsável pela implantação do culto do Senhor do Bonfim e da criação da Devoção em Salvador. Entretanto, há controvérsia sobre a sua parcela de ajuda na construção da igreja. José Eduardo Freire de Carvalho Filho, tesoureiro da irmandade entre 1884 e 1934 e autor do livro.

A Devoção do Nosso Senhor do Bonfim e sua história, de 1923, afirma que o templo foi fundado pelo capitão.Por sua vez, Carlos Ott acredita que seu papel foi secundário, uma vez que financiou apenas a ornamentação. Contudo, o corpo de Faria está sepultado na nave do templo e, ainda hoje, os membros da Devoção creditam a ele a fundação do culto.
Um ano após o início da devoção, em 1746, deu-se início a construção da capela no Alto do Monte Serrat, pertencente à paróquia de Santo Antônio, e que ficaria conhecido como Colina do Bonfim. A igreja só ficou pronta em 1754. 

No dia de São João, 24 de junho desse ano, os devotos tiveram bons motivos para fazer os festejos juninos, com mais brilho e foguetes ainda mais intensos, pois a imagem do Senhor do Bonfim foi transladada da Igreja da Penha para a capela própria no Alto do Bonfim. No altar-mor, também foi colocada uma imagem de Nossa Senhora da Guia.
A origem da lavagem da escadarias do Bonfim.

Não se sabe exatamente, quando aconteceu a primeira Lavagem. Existem algumas possíveis origens, mas tudo leva a crer que o ritual teve início no início do século XIX.
Um dos mitos fundadores diz que a tradição nasceu de uma promessa de um soldado português que lutou na Guerra do Paraguai (1865-1870). Prometera ao Senhor do Bonfim que, se voltasse vivo do campo de batalha, lavaria, em sinal de gratidão, sua igreja. Chegando a Salvador, onde residia, foi cumprir o prometido. 

Ao subir a colina, em peregrinação, foi explicando àqueles que encontrava o que ia fazer e, pouco a pouco, foi-se formando em sua volta um pequeno grupo. Com isso, despertou um costume que ficou guardado na consciência religiosa de brancos e pretos. Entre as promessas mais comuns da cultura religiosa luso-brasileira, destaca-se esta de lavar, varrer e enfeitar igrejas e altares.

Silveira Martins, líder do governo na Câmara dos Deputados, no Segundo Reinado, fazendo o elogio a Princesa Isabel, afirma que, por devoção e promessa, ela “tinha o costume de varrer, de vassoura em punho, a igreja de Petrópolis, como qualquer criada de servir”.



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