quinta-feira, 30 de julho de 2015

Santo Afonso, a Inteligência à Serviço de Deus


Nascido em Marianela, Napolís em 1696, Afonso tinha descendência nobre, seus pais eram ricos. Sua mãe dedicou se a educá lo para o caminho da fé cristã , seu pai o preparava para atuar nas áreas acadêmicas visto sua grande capacidade intelectual. Com apenas dezesseis anos já era escritor, músico, poeta e formado em doutor em Direito Civil e Eclesiástico, Afonso era cristão fervoroso.

Mesmo formado em direito, Afonso não deu de lado sua vida espiritual, atendia a todos sem exceção, ricos e pobres, mas gostava de advogar primeiramente aos mais pobres que não possuíam condições financeiras para contratar seus serviços.

Durante muito tempo levou sua vida trabalhando na área e se tornou muito bem sucedido, até que certo dia perdeu graças a uma interferência política uma causa de grande repercussão social, Afonso então se torna desiludido com a carreira que estava seguindo e passa a dedicar se apenas a vida religiosa.

Contrariando o pai ele renuncia sua herança e seus títulos de nobreza , conclui os estudos em Teologia e se torna padre aos 30 anos de idade. Colocou seus muitos talentos a serviço de Deus e de seu povo. Praticou a bondade, a caridade e levou a fé em Cristo e o conforto espiritual aos mais necessitados. Por meio da oratória ele pregava as lições de Jesus Cristo , suas palavras eram apreciadas por todos, ele tinha o dom de se comunicar como nenhum outro. Como lema dizia “ - Deus me enviou para evangelizar os pobres”.

Funda a Congregação do Santíssimo Redentor , que era destinada exclusivamente à pregação dos pobres e nas regiões abandonadas. Agregando missionários, ele inclusive viajou por quase todo o sul da Itália levando a palavra de Deus e a devoção que tem em Nossa Senhora. Consegue converter várias pessoas através dos seus discursos. A pedido do Papa, no ano de 1762 se torna bispo de Santa Águeda dos Godos. Afonso era portador de artite degenerativa, com o tempo se torna paralítico e cego, retira se ao seu convento e lá completa suas obras literárias, cerca de cento e vinte livros.

Morre aos noventa e um anos de idade após sofrer muito devido aos problemas físicos que tinha. Afonso foi canonizado em 1839 e declarado doutor da igreja em 1871. Em 1950 o Papa Pio XII proclamou Santo Afonso de Ligório o Padroeiro dos Confessores e dos Teólogos de teologia Moral. 

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